Powered By Blogger

domingo, 11 de abril de 2010

Reunião Inaugural


Bom, nesta sexta-feira (16/04), teremos nosso 1o. encontro, nele traçaremos regras do Clube do Whisky Baladoze.

Breve apresentaremos o grupo e seus perfis, pessoas diferentes com a mesma energia e gosto, adoradores de whisky e charutos (alguns ainda curiosos).

Nossos encontros será regado com uma boa pitada de bom humor, doses de boa conversa e temperado com muita diversão. Ah! Como poderia esquecer....pesticos feito com amor!

Um clube fechado, mas que sempre receberá amigos dos amigos com muito carinho!

Aguardem...Baladoze, promete!

Acessórios para charuto


De umidores a porta-charutos, o universo do aficionado
conta com um sem fim de acessórios de primeira linha



Apreciadores de charutos, em sua maioria, concentram recursos na aquisição de seus tabacos prediletos. Mas umidores, porta-charutos e cortadores são fundamentais para o prazer de fumar.

O acúmulo de bons charutos leva à procura de uma caixa adequada a sua conservação. E o senso estético aprimorado privilegia tanto a eficiência quanto a beleza, combinação que o aficionado busca na hora de adquirir o umidor, o porta-charutos e o cortador.

Características de um umidor

A perfeita conservação dos charutos exige que a temperatura esteja entre 18º-20ºC e a umidade do ar entre 70-75%. O umidor é uma caixa que propicia a correta armazenagem dos charutos, mesmo por um longo período.


Armazenamento

Antes de colocar seus charutos num umidor novo é aconselhável passar um pano úmido na parte interna, para que a madeira absorva a umidade antes dos charutos. Charutos embalados no celofane ou em tubo de alumínio demoram o dobro do tempo para chegar ao teor de umidade adequado.

Porta-charutos em couro são os preferidos

Atualmente os porta-charutos (também chamados de charuteiras, petacas – impropriamente - ou pureras, termo espanhol) de couro são os mais usados. Alguns são revestidos com cedro, outros possuem estruturas metálicas, e podem ser adquiridos em diversos tamanhos, com capacidade para um, dois e até cinco charutos. Além dos artigos de couro bovino existem pureras de couro de serpente, avestruz e crocodilo. Entre as marcas de prestígio internacional destacam-se Davidoff, Dunhill, Porsche, Cuban Crafters, Xikar e Beryllus.

Cortadores e furadores


O importante ao remover a proteção da parte do charuto que se leva à boca é garantir um fluxo adequado da fumaça. Seja qual for o procedimento escolhido, não deve deixar fragmentos do tabaco na boca do apreciador. Por isso evita-se improvisar. Nada de palito de dente, mordida ou qualquer idéia que possa danificar o tabaco. Esses recursos só valem quando realmente não houver um cortador à mão. Os mais distraídos podem adquirir isqueiros já equipados com furador, tesoura ou cortador.

Na hora de cortar a extremidade fechada do charuto dois instrumentos se destacam: o cortador e o furador. Nos charutos parejos - dois lados paralelos terminando com a cabeça arredondada -, ambos podem ser utilizados com vantagens e desvantagens. Entre os cortadores, o de guilhotina com dupla lâmina é o mais adequado.


Suporte


Nada mais desagradável do que não ter onde deixar o charuto, em ambiente público, por causa do cinzeiro cheio ou inexistente. Para evitar a saia-justa existem os suportes de aço ou prata, dobráveis, que cabem na carteira e podem ser montados em cima de qualquer superfície plana, para acomodar o charuto quando ele não está sendo fumado.

Falando sobre charuto


Por que os charutos cubanos são os melhores do mundo
É um consenso: caipirinha, só brasileira e charuto, só cubano. Os mais famosos são o Monte Cristo, o mais vendido no mundo, e o lendário Cohiba, preferido do comandante Fidel Castro. Atualmente a ilha já comercializa marcas mais populares como a Guantanamera. Hábito cultivado por Winston Churchill, Ernest Hemingway, Michael Jordan, Linda Evangelista, Grouxo Marx, Catarina Rússia, Freud, Tony Belotto e Roberta Miranda, hoje é apreciado também por mulheres e jovens. Em Cuba, ele é fumado em ruas e praças. Já os brasileiros degustam em momentos de relaxamento como um ritual, um passatempo. Os europeus fumam no dia-a-dia a qualquer hora, enquanto caminham pelas ruas ou trabalham.



"Fumar charuto não masculiniza. Foi uma mulher quem inventou o selo (de charuto) para não amarelar os dedos"

Roberta Miranda ao Conta Mais SP em agosto de 2001



Os puros, como são chamados pelos cubanos, são o terceiro produto de exportação da ilha, atrás somente da cana-de-açúcar e do café. Das 300 milhões de unidades produzidas por ano, metade é exportada para mais de 120 países. São os chamados puro premium – confecionados à mão – que também são destinados ao consumo interno de turistas. Só o Brasil consome 1 milhão de charutos cubanos por ano.

A maior fabricante de charutos do mundo, a Habanos, é uma fusão da estatal Cuba Tabaco e da empresa franco-espanhola Altadis. Existem mais de 50 fábricas de charutos na ilha, que juntas geram cerca de 220 000 empregos. Os preços podem variar de US$ 100 a unidade do Cohiba, a R$ 12,00 o Guantanamera.

O consumo do produto na ilha não é restrito como outros ítens. Por isso, é muito comum encontrar o povo fumando. Eles fumam as marca inferiores de tabaco, produzidas nas regiões menos nobres. O consumo é alto, carca de 150 mil unidades por ano.



"Tenho 95 anos de idade e há 90 não dispenso um puro charuto cubano"

Compay Segundo ao Guantanamera em outubro de 2002



História

A história dos charutos começa muito antes da chegada do navegador Cristóvão Colombo à ilha, em 1492. A península de Yucatán, no México, é provavelmente o local que deu origem ao cultivo do tabaco. Alguns pesquisadores afirmam que as folhas de tabaco eram plantadas há cerca de dois mil anos nesta região. Depois de descobertas pelos Maias, teriam espalhado-se pelo continente, especialmente na América Central. As folhas do tabaco eram consumidas pelos povos nativos em charutos rudimentares: folhas de tabaco enroladas em folhas de palmeira. Eram usadas em cerimônias e rituais.

A Europa só conheceu o tabaco após a viagem de Colombo. Dois marinheiros que haviam sido escolhidos para procurar ouro na ilha relataram que viram nativos "com um tição entre as mãos e ervas para tomar a defumação à qual estavam acostumados", conforme o diário de bordo. Um dos marinheiros, Rodrigo de Jerez, resolveu levar para sua família amostras do fumo. Acabou preso pelo Santo Ofício quando foi visto soltando pelas narinas e pela boca. Foi dado como possuído por forças do mal.

Itália e França, através do embaixador francês em Portugal, Jean Nicot, tiveram contato com a planta pouco tempo depois. A Inglaterra teve seu primeiro contato com o fumo por Sir Walter Raleigh, que o conheceu em viagem pelas Américas. Os primeiros fumantes foram acusados de heresia. Em outras culturas o fumo também demorou a ser aceito, como na Pérsia, onde os fumantes eram condenados à morte. Em 1626 um cientista alemão publicou um estudo sobre as propriedades terapêuticas do tabaco que ajudou a diminuir o preconceito. Durante muito tempo o tabaco foi utilizado como erva medicinal na Europa.

As colônias americanas no século XVII utilizavam cachimbos para fumar. O charuto com o formato que conhecemos hoje foi confeccionado em 1726. Neste mesmo ano, Israel Putman, levou para a os Estados Unidos, que já plantavam o fumo, charutos e sementes de tabaco cubanos.

A produção dos charutos em Cuba foi estimulada em 1821 por um decreto do rei Ferdinando VII da Espanha. Até então, Cuba fornecia o tabaco para a Espanha, sua metrópole, fabricar os charutos em Sevilha.

Em 1840 Cuba já era a maior produtora de charutos do mundo. A qualidade do produto era reconhecida em diversos países. Durante esta década, a produção triplicou no país. Surgiram as tradicionais marcas Partagas, H. Upmann e Romeo y Julieta.

No século XIX os norte-americanos além de importar os charutos cubanos também tinham fábricas do produto que era símbolo de status no país. No período da Guerra Civil americana, 1860, o consumo de charutos aumentou no país.

Com a Primeira Guerra Mundial o consumo cresceu e outros países, como a República Dominicana e México, aumentaram seus números de fábricas. Já a segunda Grande Guerra dificultou o consumo do fumo cubano e colônias como a Jamaica investiram ainda mais no produto.

Um grande marco na produção foi a revolução comunista liderada por Fidel Castro em 1959. As companhias de tabaco foram estatizadas e a Cubatabaco (atual Habanos S.A.) foi criada. Mestres na arte de produzir charutos saíram do país e procuraram outros locais para instalar suas fábricas.

O embargo total imposto pelos Estados Unidos à ilha, ocorrido em 1962, prejudicou a exportação do produto para vários países. Segundo uma lenda, antes de assinar o embrargo, o então presidente americado, John Kennedy, encomendou uma enorme quantidade do produto para abastecer seu estoque pessoal.



Grandes marcas

Em todo o mundo, nenhum charuto é mais vendido que o Monte Cristo. Seu formato mais conhecido é o Nº 2, de sabor acentuado e próprio para apreciadores. Surgiu da união de Alonso Menendez a José Garcia que criou a marca Particulares. Foi criado em 1935 para a venda no mercado exterior. Também é vendido nos formatos Nº 1 (lonsdale), Nº 2 (torpedo), Nº 3 (corona), Nº 4 (petit corona), Nº 5 (trés petit corona), além dos tubos (corona).

O puro mais famoso é o Cohiba, nome pelo qual os índios chamavam as folhas de tabaco. O charuto preferido do comandante Fidel Castro nasceu para ser presenteado por ele e por muito tempo foi conhecido como o "Embaixador Extraordinário" da ilha. De sua criação, em 1966, até 1982 não era comercializado, somente presenteado por Fidel Castro, daí parte da mística em torno do produto. Além disso, é um dos dois únicos que passa por três fermentações. É um dos mais caros da ilha e é considerado pelos plantadores como o mais seleto: suas folhas de tabaco são cultivadas exclusivamente em Vulta Abajo, na Província de Pinar Del Rio. Por causa da produção limitada é um puro muito disputado. A história da sua criação é peculiar: um segurança do comandante estava fumando um puro preparado por um amigo "torcedor" com aroma diferente, que chamou a atenção de Fidel Castro. Após provar o produto, o comandante quis conhecer o torcedor. Interessado em gerar empregos para as mulheres, o comandante mandou o torcedor ensinar o ofício a um grupo delas e inaugurou a fábrica do Cohiba. Seus principais tipos são o Coronas Especiales, Esplendidos, Lanceros, Robusto, Linea Siglo I, II, III, IV, V e VI.

Outro puro tradicional é o Montecristo. Criado em 1935 na fábrica de H. Upmann, também é feito das seletas folhas de tabaco cultivadas em Vuelta Abajo. Dizem que seu nome é inspirado no romance O Conde de Montecristo, de Alexandre Dumas, pois era a leitura preferida de um grupo de torcedores. Seus tipos mais conhecidos são Nº 1 ao Nº 5.



"Como disse Chico Buarque, dinheiro é bom para comprar uísque, charuto e pagar o aluguel"

Frase de Tom Jobim em seu site oficial



Como nasce um verdadeiro puro

Um dos motivos que torna os charutos cubanos os melhores do mundo é o microclima da ilha. As características do solo, da temperatura e do ar são extremamente particulares. Cada região de cultivo produz um tipo diferente de tabaco. A província de Pinar del Rio é a maior produtora de fumo, em especial na região de Vuelta Abajo, uma área de cerca de mil hectares onde encontra-se o subdistrito de San Luis e San Juan y Martínez. O banco de sementes do governo controla o estoque que é entregue pelas empresas produtoras e redistribui as sementes para que cada produtor tenha a exclusividade do tipo de fumo que cultiva. Do plantio das sementes à colheita das folhas de tabaco leva-se de 45 a 60 dias. A planta do tabaco mede entre 1 e 2 metros de altura.



Processo de produção

Um charuto é composto por três partes: miolo, capote e capa. Depois de colhidas, as folhas da planta são amarradas em maços e penduradas em suportes nas casas de tabaco para secar e amadurecer. Essas casas têm rigoroso controle de unidade e temperatura. Então, as folhas perdem volume e ficam mais espessas e amarronzadas. Os talos são separados das folhas para a fermentação. Durante a fermentação as folhas ficam em caixas agrupadas por maços e são movimentadas constantemente para que o processo seja homogêneo. Cada fermentação dura em torno de um mês. A fermentação elimina as impurezas, a nicotina e refina o sabor do fumo. Na primeira fermentação a temperatura atinge 42º.

Entre as fermentações, as folhas são separadas de acordo com a cor (entre castanho claro e marrom escuro), o formato, a espessura e a resistência. As folhas de tabaco destinadas aos charutos Cohiba e Montecristo passam por três fermentações, já as demais por duas. Os tabaqueiros elaboram os charutos manualmente. Preparam o miolo torcendo e agrupando as folhas. Depois, colocam em formas diferenciadas e prensam por uma hora. Cada profissional faz mais de 100 unidades por dia. O charuto recebe uma capa, também feita de folha de tabaco. Então o puro é cortado com uma faca curva chamada chaveta. Uma das pontas é selada com uma goma vegetal incolor e inodora. Depois ele é guilhotinado de acordo com seu tipo. É enviado a um rigoroso controle de qualidade manual que verifica tamanho e espessura. Para harmonizar os aromas da capa e do miolo, os charutos descansam em caixas de um tipo de madeira que não transmite odores por cerca de quatro semanas. Então são separados de acordo com suas matizes para que cada caixa tenha as mesmas cores. Em cada charuto é colocado um anel de identificação.


Conservação

O aroma e o sabor do charuto ficam garantidos se a umidade estiver em torno de 70% e a temperatura 21ºC. Com este grau de umidade a capa não fica seca a ponto de romper-se e o puro não mofa. Caso o consumidor não tenha um umidificador profissional, pode guardar seus charutos em um armário comum onde circule ar fresco e não bata sol. Um pequeno pote de água garante a umidade adequada. Não é recomendável guarda-los em geladeira.

Como reconhecer um verdadeiro puro

Para ter o prazer de degustar um legítimo charuto cubano deve-se observar algumas condições que garantem que não é um produto falsificado. Deve-se comprar somente em lojas autorizadas, verificar o selo de importador exclusivo e o selo de Cuba na caixa. A caixa tem um único prego, usado para fechá-la. A palavra Habanos deve estar em um selo vermelho e amarelo no lado superior direito da tampa. Deve estar lacrada com um selo verde na lateral esquerda. No fundo da caixa deve estar escrito em relevo Habanos S.A. e Hecho en Cuba. Caso seja feito à mão, deve estar também escrito Totalmente a mano ou Hecho a mano se o miolo for feito à máquina e a capa enrolada manualmente. Se for feito totalmente em processo industrial nada estará escrito. Esta marca é feita com ferro quente. Os charutos devem ser do mesmo tamanho e ter a mesma cor. Os pequenos anéis que envolvem cada unidade devem estar voltados para frente. Se você retirar duas unidades da direita, deve conseguir ver a segunda camada de charutos através de um corte na folha de cedro que separa as camadas.

"O charuto é quase uma extensão do meu rosto. Este é um dos meus vícios, é vício confessável, exibido. Um bom charuto é um prazer cotidiano, mágica fumaça consoladora"

SELO DO IPI - Toda bebida importada destilada, como uísque, vodca, conhaques, brandies, licores, Steinhager, tequilas, gin, aguardentes, e champanhes - da região do mesmo nome na França - devem sempre conter o selo de IPI na cor vermelha. O referido selo, em papel-moeda, é numerado e impresso pela Casa da Moeda.

SELO DO IMPORTADOR - Toda bebida, seja ela nacional ou importada, tem sempre na parte de trás da garrafa uma etiqueta ou rótulo com o nome do importador ou fabricante, contendo inclusive algumas informações como: composição do produto e data de validade.

Não existe um teste para bebedores normais do tipo: balançar a garrafa e ver as bolhas, tentar sentir o aroma do malte e outros que existem por aí, que autentique a origem do Whisky. O ideal é adquirir suas garrafas de locais de procedência conhecida.

Saiba mais da Prova do Whisky

Aspecto:

- Cor: O "new make spirit" é incolor. A cor do produto final pode variar consideravelmente: desde incolor até quase preto. Ela resulta tão somente da maturação do produto no casco, pelo que as características deste último determinam a cor do produto final. Embora algumas tonalidades sejam indicativas do tipo de casco ( Chardonnay= Bourbon, mogno claro= Sherry), o nariz deverá complementar a avaliação (ver Maturação).

- Brilho: Um produto mais brilhante é indicativo de filtragem. Um whisky não filtrado pode turvar com adição de água.

- Corpo: Embora seja avaliado sobretudo na boca pode ser avaliado pelas "lágrimas" que escorrem após fazer o whisky girar no copo. Se forem longas indicam álcool; se demorarem a desaparecer, indicam a presença de óleos responsáveis por um corpo cheio.

Aroma:

- "Nose-feel" ou "pico alcoólico": É o efeito imediato que se obtêm na parte posterior do nariz quando se cheiram líquidos de elevado teor alcoólico. Esta sensação pode anestesiar o nariz pelo que a abordagem ao copo desconhecendo o seu teor deve ser cuidadosa. A água deve ser acrescentada até ao ponto que este "pico" deixa de se fazer sentir.

- Aroma s/ diluição: Aberto / fechado ?, simples / complexo? Quanto mais fechado estiver nesta fase mais beneficiará com a adição de água. Um aroma rico e complexo de um whisky velho nesta fase pode perder-se com a adição de água em demasia.

- Aroma c/ diluição: Adição até a ponto de total libertação do aroma. Depende de whisky para whisky sendo normal reduzir até uma graduação entre 30% e 20%. A exploração deve começar pela orla do copo para capturar o "bouquet". Só depois se deve penetrar no seu interior para capturar os seus "segredos". As primeiras impressões contam mais. A captura de um aroma esquivo pode conduzir à fadiga pelo que se aconselha respirar fundo ou descansar em vez de inalações sucessivas. As primeiras impressões são as que mais contam.

Principais Marcas de Whisky


Whisky Royal Salute 21 anos – Scotch Whisky:

União perfeita dos mais finos whiskys escoceses de malte e grão.


Whisky Chivas Regal 18 anos – Scotch Whisky:

Scotch Whisky Super Premium em sua forma mais fina e exclusiva.


Whisky Chivas 12 anos – Scotch Whisky:

Blended Whisky Premium de maior prestígio no mundo.


Whisky Jameson:

The Irish Whiskey, descubra o que significa um e a mais no whisky.


Whisky Something Special – Scotch Whisky:

Something Special, sem qualquer erro, “uma obra de arte”.


Whisky Passport – Scotch Whisky:

Bebida jovem, com a mesma qualidade e sabor de um autêntico whisky escocês.



Whisky Natu Nobilis:

34 anos de tradição e o melhor whisky português.



Whisky Natu Nobilis Celebrity:

Único blended whisky português com maltes escoceses envelhecidos 12 anos.


Whisky Blenders Pride:

Combinação única de maltes escoceses e destilados portuguêses envelhecidos.



Whisky Black Jack:

Blending de maltes nacionais e importado de conceituadas destilarias escocesas.


Whisky The Glenlivet:

Glenlivet – O puro malte que deu começo a tudo.



Whisky Laphroaig:

Sinta seu aroma forte e picante, seu sabor da cevada e um perfume delicado.



Whisky Jack Daniel’s:

Tecnicamente um Tenessee amargo-maltado, Jack Daniel's é todavia difícil de ignorar quando provado. Suave e com notas caramelizadas.


Whisky Johnnie Walker – Scotch Whisky:

Essa coleção extraordinária inclui Red Label - O Blend Vibrante - a melhor escolha para celebrar cada dia e Black Label - O Blend Definitivo - uma combinação de sabor e aroma profunda e complexa. Gold Label - O Blend Luxuoso - oferece uma experiência indulgente, enquanto Blue Label - O Blend Único - é criado a partir do que há de mais raro e valioso nos whiskys do mundo.




Whisky Johnnie Walker Red Label 08 Anos 1 Litro


Whisky Johnnie Walker Red Label

Red Label é o whisky mais vendido do mundo continua se fortalecendo. Red Label é uma combinação poderosa de maltes picantes e defumados, assim como o Talisker e com grãos marcantes e suaves. As qualidades robustas do Red Label são o que o torna tão bom de se beber sempre.

O Blend Definitivo do Black Label

A cor preta sempre foi associada a estilo e elegância. O Smoking tradicional pode transformar a aparência de qualquer homem e o pretinho básico é sempre uma escolha sexy e sofisticada.


Blue Label - Whisky Johnnie Walker Blue Label 1 Litro – Scotch Whisky


Whisky Johnnie Walker Blue Label


O Blend Único do Blue Label
Johnnie Walker Blue Label é o nosso blend único. Esse não é um whisky para iniciantes. É desafiador, mas como os maiores prêmios na vida, vale a pena.

Gold Label - Whisky Johnnie Walker Gold Label 18 Anos 750 ml


Whisky Johnnie Walker Gold Label

O Blend Luxuoso do Gold Label

Poucos whiskies oferecem uma experiência tão única quanto o Johnnie Walker Gold Label. Excepcionalmente suave, cremoso e delicado, Gold Label é o prazer definitivo dos whiskies.

Green Label - Whisky Johnnie Walker Green Label Pure Malt 1 Litro – Scotch Whisky


Johnnie Walker Green Label

Johnnie Walker Green Label Pure Malt. Primeiro Scotch Whisky vendido no Brasil, composto apenas por maltes, tendo como principal diferencial o sabor scotch whisky mais suave que os simples maltes. Esses maltes do Green Label são provenientes unicamente da região mais famosa da Escócia, as Terras Altas, que é reconhecida pela indiscutível qualidade de seus whiskies.


Swing - Whisky Johnnie Walker Swing 15 anos 750 ml – Scotch Whisky


Whisky Johnnie Walker Swing

Scotch Whisky 15 Anos. A tradição da marca "johnnie Walker" revela-se neste whisky cuidadosamente elaborado. O sabor de Swing é uma homenagem aos verdadeiros conhecedores e apreciadores de Scoth Whisky. Graduação alc. 43% vol. - 750 ml (vidro).

Whisky Ballantine's Finest 8 anos 750 ml


Whisky Ballantine's Finest

É a segunda marca de Scotch Whisky Standard mais vendida no mundo, com vendas em torno de 45 milhões de litros de whisky.

Posição de Lidereança na Espanha, França e Alemanha - principais países consumidores de Scotch Whisky.


saiba mais sobre o Whisky Ballantine's Finest 8 anos.
Whisky Ballantine's 12 anos 1 Litro – Scotch Whisky


Whisky Ballantine's 12 anos

Nova apresentação do Whisky Ballantine's 12 anos para se adequar ao padrão utilizado pelo restante da família Ballantine's

Seu novo blend tem características diferentes das de Gold Seal.

Aproxima-se muito do sabor e suavidade do Ballantine's 17 anos.

São mais de 40 maltes provenientes de todas as regiões da Escócia, envelhecidos por pelo menos 12 anos. Cor âmbar dourado, aroma suave e produndo sabor complexo com toques de turfa e madeira.


Whisky Ballantine's Very Old 17 Anos

Scotch Whisky Ballantine's 17 anos envelhecido em barris de carvalho por pelo menos 17 anos, proveniente da mistura dos mais puros e selecionados maltes ecoceses. Um dos líderes de vendas na Coréia, Japão, China e Taiwan - principais mercados para whiskies envelhecidos.

Whisky Ballantine's 21 Anos

Lançado em Novembro de 2004 no Brasil.

Scotch whisky Ballantine's 21 anos é importado com maltes envelhecidos por no mínimo 21 anos.

Produzido em quantidades muito limitadas.

Notas de degustação:
- Cor: avermelhada-ouro e brilhante
- Aroma: mel, leve toque de maçã e flores.
- Paladar: robusto, levemente adocicado de mel, leve toque de fumo, urze e especiarias.


Whisky Ballantines 30 Anos Old 700 ml – Scotch Whisky


Whisky Ballantine's 30 Anos

Lançado em 2003 no Brasil. É o único scotch whisky 30 anos no mercado brasileiro.

Produto envelhecido em barris de carvalho por no mínimo 30 anos, usando uma rara e exclusiva mistura dos melhores maltes escoceses.

Notas de degustação:
- Cor: dourado profundo.
- Aroma: complexo com douçura delicada e toques de carvalho.
- Paladar: complexo, maduro, suave, mel, floral, fumo, levemente salinizado.
- Final: muito prolongado e elegante.

Curiosidades sobre o Scotch Whisky

Existem 3 tipos de Scotch Whisky, de Malte, Grão e Blended. Suas características principais são:

WHISKIES DE MALTE - 1494
- Principal característica de sabor para os blended whiskys;
- Engarrafados como single malts;
- Destilação em alambiques de cobre;
- Existem cerca de 90 destilarias de whiskys de malte na Escócia, sendo 42 delas em Speyside.


WHISKIES DE GRÃO - 1830
- São praticamente só utilizados na composição dos blended whiskys;
- Mais leves e delicados;
- Capacidade de produção 20 vezes maior que a produção de whiskys de malte;
- Destilação contínua;
- Existem 8 destilarias de whiskys de grão na Escócia, só uma ao norte.




BLENDED WHISKIES - 1860
- Combinação de whiskys de grão e whiskys de malte, de diversos tipos e idades, de diversas regiões do país;
- O blending acontece depois da maturação de cada um dos whiskys de grão e de malte;
- A pessoa responsável por esta mistura é o Master Blender, cargo máximo das destilarias de whiskys;
- O propósito da mistura de whiskys é criar um sabor mais rico, macio e suave.

Whisky e seus estilos!

Puro malte (ou Pure Malt) - são feitos 100% com cereais maltados provenientes de uma única destilação e, por isso mesmo, pode apresentar sabores diversos de acordo com cada processo. Os grãos usados para obter "Puro Malte" incluem cevada na Irlanda, Escócia, Canadá e Estados Unidos, centeio no Canadá e Estados Unidos. Pure pot still whiskey é feito na Irlanda a partir de uma combinação de cevada maltada e não-maltada. Vários tipos de straight whiskey, que é envelhecido em barris de carvalho novos, como Ray Whiskey, Tennessee whiskey e Bourbon whiskey são produzidos nos Estados Unidos.

Os "Puro Malte" podem ser engarrafados como "Single Malt" no qual apenas uma destilação é utilizada ou como "Vated" no qual várias destilações "single malt" são misturadas para se conseguir o produto final. Entre os apreciadores é comum afirmar que o "single malt" é um músico solista se apresentando, enquanto o "vated" é toda a orquestra tocando junta.


Blended - é feito com uma mistura de destilações diversas calibradas de forma a se chegar sempre a um mesmo sabor para aquele uísque, sendo muito mais barato do que os acima mencionados. Nestes uísques ocorre uma mistura de maltes puros com destilações feitas a partir de outros cereais não maltados como o milho e o arroz.

Os Blends identificam quase sempre o tipo de uísque que está na base da sua produção, por exemplo, Escocês blendado, Canadense blendado ou Bourbon blendado. Whiskey leve é um tipo de whiskey americano feito quase inteiramente de destilações neutras, com pequenas quantidades (normalmente menos de 5-10% do volume total) de straight whiskey e com ginja adicionada para dar cor e sabor.

História do Whisky


Whisky, whiskey. A grafia clássica , sem o "e", é usada na Escócia e no Canadá. Whiskey é o termo usado na Irlanda e nos Estados Unidos. Existem controvérsias quanto à origem do whisky, alguns acreditam que ele tenha surgido nos mosteiros e há quem afirme que a arte de destilar já era praticada pelos celtas, há muito mais tempo, na Escócia e na Irlanda. Esses dois países disputam o mérito da produção do destilado. A história mais difundida , diz que o whisky, foi primeiro produzido na Irlanda, no século V , no entanto, a Escócia se firmou como o "lar" do whisky.


A palavra whisky vem do gaélico "uisge beatha", cujo significado é água da vida. O whisky é uma bebida sofisticada, com mais de 500 anos de tradição.

Todas as grandes destilarias produtoras de whisky usam hoje o que há de mais moderno em tecnologia para produção do whisky, mas de nada adiantaria todo esse arsenal técnico sem a arte e o talento dos mais conceituados master-blenders, o que confere à bebida um caráter artesanal.

Somente depois de envelhecido em barris de carvalho durante pelo menos 3 anos, o líquido pode ser chamado de whisky, apresentando um caráter mais suave ou encorpado, variando de acordo com o seu malte.

Consumido puro, "on the rocks" , ou misturado a outras bebidas, o prazer de provar um autêntico whisky transforma-se em uma ocasião única.